segunda-feira, 5 de março de 2012

PROPOSTA CURRICULAR DE ESTUDOS AMAZÔNICO


FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA DE ESTUDOS AMAZÔNICOS
Séries 6º, 7º, 8º, 9º ANO
A cultura está repleta de símbolos e significados, voltado para o meio ambiente e social de cada ser humano sob o domínio de uma estética que permanece na memória de um grupo social que determina sua vida. Para Mello (2000), a cultura apresenta acepções próprias, logo se pode analisar um grupo enfocando sua cultura subjetiva que seria seus conjuntos de valores, conhecimentos e crenças, ou sua cultura objetiva os hábitos, comportamentos, objetos de arte, todo o conjunto da obra humana.
Loureiro (1995, p. 27) entende por “cultura amazônica aquela que tem sua origem ou está influenciada em primeira instância, pela cultura do caboclo.” Observa-se que a Cultura Amazônica esta repleta de símbolos preservados na memória coletiva de homens, mulheres e crianças ribeirinhas diante do olhar para a natureza que os cerca. A riqueza oferecida pela cultura ribeirinha ocorre pela extensão dos rios e as particularidades do meio onde foi socializado cada grupo, porém oferece um rico arsenal de histórias locais com um olhar próprio.
Na cultura amazônica predomina o imaginário presente na identidade presente na cultura cabocla “como produto da acumulação de experiências sociais e da criatividade dos seus habitantes”. (LOUREIRO, 1995, p.55). Assim, através de sua história de vida, o seu modo, a forma como convive permite o relato de experiência de vida trazida por esses alunos – trabalhadores que desde muito cedo ajudam suas famílias através de atividades como pesca, agricultura e trabalho na roça.
Loureiro (1995, p.56) entende que:

A Cultura Amazônica onde predomina a motivação de origem rural ribeirinha é aquela na qual melhor se expressam mais vivas se mantêm as manifestações decorrentes de um imaginário unificador refletido nos mitos, na expressão artística propriamente dita e na visualidade que caracteriza suas produções de caráter utilitário – casas, barcos.
O mito é um elemento fundamental para compreender o processo da cultura Amazônica uma vez que decorre de um imaginário que materializa e dá vida própria a natureza diante do mundo físico que já encontrou construído. Assim, a vida social identifica-se numa linguagem poética presente no meio ambiente em que vivemos anterior aos tempos históricos, que flui como a água.
As crianças ribeirinhas são alunos que passam a viver com mais intensidade a expressão da cultura local, pois reproduzem as narrativas orais contadas pessoas da comunidade. As narrativas míticas se fazem presentes no imaginário da criança refletindo o contexto com o meio em que vive através da linguagem. Deste modo, é a linguagem que caracteriza enquanto sujeito social. Nela, a criança interage com a língua, cresce no seu aprendizado e penetra na escrita viva e real, feita na história (KRAMER, 1993).
Nas comunidades ribeirinhas1, predomina a transmissão oralizada mantendo viva a relação entre a floresta (mãe terra), o rio (água, o peixe) numa atitude de sobrevivência da vida, de sua família e da comunidade em que vive. O caboclo amazônico possui este olhar de ser humano que se destaca pelo olhar e pelo ver diante do seu cotidiano. A própria experiência mítica no contexto da cultura se relaciona pela experiência representada nas experiências humanas, em que a própria cultura amazônica legitima o mundo dos homens, expressas pela alma nativa pela compreensão da vida e da natureza. Compreender a Amazônia e a experiência humana nela acumulada é revelar o homem, o amor, a morte, o trabalho e a natureza, ou seja, o seu próprio imaginário.
Ora, percebe-se que as crianças narram histórias que fazem parte do seu cotidiano, contendo registro das narrativas escritas, marcas de oralidade presente nos mitos e as lendas contadas pelo caboclo amazônico e que são variantes de uma comunidade para outra. Entende-se na afirmação de Walter Benjamin (1980, p.198) que “A experiência que passa de pessoa a pessoa é a fonte a que recorreram todos os narradores. E, entre as narrativas escritas, as melhores são as que menos se distinguem das histórias orais contadas pelos inúmeros narradores anônimos”.
Benjamin (1980, p. 200) faz uma relação entre sujeito, linguagem, história, mostrando a importância de trocar experiência e nossas histórias, pois “o narrador é um homem que sabe dar conselhos, mas se dar conselhos parece hoje algo de antiquado, é porque as experiências estão deixando de ser comunicáveis. ’’ Assim, a cultura proporciona contar histórias na roda, na rede, mantendo um registro de experiências no mundo em que o cerca.



Benjamin (1980, p. 197-198) afirma que:
(...) a arte de narrar está em vias de extinção. São cada vez mais raras as pessoas que sabem narrar devidamente. Quando se pede num grupo que alguém narre alguma coisa, o embaraço se generaliza. É como se estivéssemos privados de uma faculdade que parecia segura e inalienável: a faculdade de intercambiar experiências.
É indispensável rever o poder da narrativa, a fim de buscar de forma dinâmica e criativa ao cotidiano escolar e educacional. É imprescindível, para isso, investigar as práticas de educação que possibilitem analisar a criança diante de sua palavra e de sua escuta em todas as possibilidades, explorando diferentes linguagens culturais do cotidiano ribeirinho. Desse modo, a narrativa compartilhada através dos mitos, contos, enfim das histórias narradas e contadas pelos seus pais deve ser estudada, estimulando o prazer de contar, ouvir, ler, e criar novas histórias de forma estética bonita, ou seja, bela.
Na proposta de Adorno (2000) se estabelece uma educação voltada para Emancipação, que é sempre simultaneamente vivenciada na educação dos valores culturais, políticos e econômicos para que ocorra a aprendizagem na Escola. Sendo assim, a Escola exige do educador uma postura que esteja aberta para o desenvolvimento educacional através da cultura inerente na comunidade Escolar. É, pois, interessante relacionar o saber, nessa perspectiva de instrumento de relação professor – aluno, à tarefa do educador para que ocorra a aprendizagem através da cultura que o cerca. O caráter emancipa tório presente na Educação necessita de ter um caráter consciente na proposta de formação de educadores e educando na Escola.


OBJETIVOS GERAIS DA DISCIPLINA DE ESTUDOS AMAZÔNICOS
  • Conhecer o espaço amazônico a partir da perspectiva regional compreendendo a relação dos homens;
  • Compreender a dinâmica do processo produtivo dos ciclos extrativistas;
  • Compreender a regionalização do espaço Geográfico como conseqüência da participação política, social e econômica;
  • Compreender as diversas formas de ocupação da região amazônica, levando em consideração a política colonialista, e o principal papel da Amazônia dentro desse contexto;
  • Conhecer as relações sociais, econômicas, políticas e culturais da região amazônica;
  • Entender a política econômica da Amazônia, analisando seus processos constituidores legais e ilegais;
  • Analisar criticamente os principais problemas da Amazônia como região exportadora de matéria-prima;
  • Correlacionar os modos de produção do Espaço Amazônico: ontem e hoje;
  • Identificar as principais atividades geradoras de produtos ou matérias-prima da região;
  • Identificar e relacionar os locais de transformação (agregação de valores dos minerais);
  • Enumerar as principais áreas de intensa atividade pecuarista na região;
  • Analisar criticamente a problematização decorrente do acelerado processo de devastação da Amazônia;
  • Refletir sobre o papel da Amazônia na divisão internacional do trabalho.

COMPETÊNCIAS DA 5ª /6º ANO
  • Refletir sobre a relação dos homens com a natureza, a partir da observação da realidade que o cerca;
  • Conhecer os processos de formação político-administrativo do município;
  • Conhecer e diferenciar espaço natural geográfico;
  • Reconhecer o ser humano como agente social que integra o espaço geográfico;
  • Analisar o processo de construção histórico da região paraense.

HABILIDADES DA 5ª /6º ANO
  • Debater sobre as transformações que os homens operam na natureza, conhecendo e diferenciando o espaço natural e geográfico;
  • Trocar idéias e informações, colaborando para a construção coletiva;
  • Identificar e valorizar os indígenas de São Geraldo do Araguaia e regiões vizinhas;
  • Identificar os principais problemas sociais, econômicos e ambientais no município;
  • Debater as formas de colonização da região Amazônica;
  • Identificar as diferentes formas da regionalização do espaço Amazônico;
  • Identificar as causas e conseqüências ocorridas no processo de ocupação do Pará;
  • Resgatar a importância da diversidade étnica formação cultural do espaço paraense;
  • Demonstrar a importância cultural de índio, negro e branco no crescimento e desenvolvimento regional.
EIXOS NORTEADORES
Espaço geográfico amazônico
  • Conceito de espaço geográfico
  • O trabalho do homem constrói o espaço geográfico
  • Contextualização da região sobre aspectos naturais, econômicos e sociais
  • Unidades da federação formadora da região
  • Localização geográfica
  • Amazônia segundo IBGE. (contextualização)

Processo de construção do espaço São Geraldense
  • Espaço geográfico São Geraldense (localização, posição geográfica e limetroficas)
  • Aspectos naturais (relevo, vegetação, clima e hidrografia)
  • Origem de município de São Geraldo
  • Lutas políticas no processo de emancipação do município
  • Índios, os donos da terra
  • Chegada do homem branco: conflitos e perdas de identidade
  • Atividades econômicas: castanha, agricultura, pecuária, garimpagem, madeira, cacauicultura, pesca e cerâmica
  • Cultura
  • Patrimônios históricos do município.

Impactos sociais, econômicos e culturais
  • Impactos ambientais do município
  • Poluição (da água, ar, lixo, visual e sonora)
  • Desmatamento e queimadas
  • Assoreamento dos rios e córregos

COMPETÊNCIAS DA 6ª /7º ANO
  • Refletir sobre a relação dos homens com a natureza, a partir da observação da realidade que o cerca;
  • Conhecer os processos de formação político-administrativo do município;
  • Conhecer e diferenciar espaço natural geográfico;
  • Reconhecer o ser humano como agente social que integra o espaço geográfico;
  • Analisar o processo de construção histórico da região paraense.

HABILIDADES DA 5ª /6º ANO
  • Debater sobre as transformações que os homens operam na natureza, conhecendo e diferenciando o espaço natural e geográfico;
  • Trocar idéias e informações, colaborando para a construção coletiva;
  • Identificar e valorizar os indígenas de São Geraldo do Araguaia e regiões vizinhas;
  • Identificar os principais problemas sociais, econômicos e ambientais no município;
  • Debater as formas de colonização da região Amazônica;
  • Identificar as diferentes formas da regionalização do espaço Amazônico;
  • Identificar as causas e conseqüências ocorridas no processo de ocupação do Pará;
  • Resgatar a importância da diversidade étnica formação cultural do espaço paraense;
  • Demonstrar a importância cultural de índio, negro e branco no crescimento e desenvolvimento regional.

EIXOS NORTEADORES DA 6ª/7º ANO
Fundação de Belém
  • Surgimento
  • Núcleos de povoamentos

População aumentou e tem características novas
  • População paraense aumentou muito
  • Índios tornaram-se minorias na população paraense

Outros setores econômicos, além do extrativismo da borracha
  • Tentativa de desenvolver a agricultura
  • Tímida expansão de indústria
  • Meios de transportes


Belém. A bela capital do Pará
  • Marcas de Belém da época da borracha
  • Crescimento excepcional em 50 anos
  • Importância regional de Belém no período
  • Belém uma cidade moderna
  • Classes sociais

Culturas: diversidade crescimento
  • Tradições populares
  • Tradições dos nordestinos incorporadas à cultura
  • Cultura erudita no Pará

Amazônia espaço e região
  • Região amazônica segundo o IBGE
  • Amazônia Legal; - Amazônia Internacional; - Região geoeconômica e Região administrativa

O processo de construção do espaço regional
  • O espaço amazônico de ontem
  • O espaço amazônico de hoje
  • Sudan; - Suframa; - Polamazônia
  • Programa de Integração Nacional
  • Projeto Sivam

COMPETÊNCIAS DA 7ª/8º ANO
  • Identificar as diferentes formas de relações econômicas do Espaço Amazônico;
  • Analisar criticamente os principais problemas da Amazônia como região exportadora de matéria-prima;
  • Analisar criticamente a problemática decorrente do acelerado processo de devastação da Amazônia;
  • Refletir criticamente a política adotada pelo governo federal e a relação de exploração e dominação da população e dos recursos naturais da Amazônia.
HABILIDADES 7ª/ 8º ANO
  • Correlacionar os modos de produção do espaço amazônico: ontem e hoje;
  • Identificar e relacionar os locais de transformação (agregação de valores dos minerais);
  • Enumerar as principais áreas de intensa atividade pecuarista na região;
  • Refletir sobre o papel da Amazônia na divisão internacional do trabalho;
  • Conhecer o seringueiro como personagem de nossa indispensável no processo de construção de nossa região;
  • Identificar os principais personagens da estrutura fundiária de nossa região; ontem e hoje;
  • Analisar geograficamente o processo de ocupação, exploração da Amazônia e suas implicações sociais, ambientais, políticos e culturais;
  • Debater as diversas formas de exploração da fauna e da flora da região amazônica, levando em consideração o comércio ilegal da biodiversidade no mercado interno e externo;
  • Identificar os principais problemas ocasionados pelas ocupações desordenadas dos espaços urbanos.

EIXOS NORTEADORES DA 7ª/ 8° ANO
Amazônia e suas relações econômicas
  • A Divisão Territorial do Trabalho
  • O papel da Amazônia na Divisão Territorial do Trabalho

Produção extrativa, a agricultura e pecuária na Amazônia
  • Borracha: da atividade extrativa à heveacultura
  • Látex, seringa, Hévea
  • Europeus descobrem a borracha (séc. XVIII)
  • Do uso artesanal até a grande indústria (séc. XIX)
  • Da droga do sertão à borracha industrial







Seringueiro
  • Testemunha conta; – atividade de seringueiro
  • Dia-a-dia do seringueiro. Quem eram os seringueiros daquela época seringou e organização
  • Geografia dos seringais do Pará
  • Cacau: do extrativismo á cacauicultura
  • Castanha do Pará uma espécie em extinção
  • Outras espécies vegetais nativas da Amazônia que passaram a ser cultivadas
  • Cultura asiática introduzidas na Amazônia
  • Gado bovino, búfalo e pecuária empresarial
  • Atividade madeireira, atividade garimpeira
Produção industrial na Amazônia
  • As primeiras indústrias
  • A indústria regional e os incentivos fiscais

Os grandes projetos e a economia regional
  • Primeiro projeto Manganês e projeto Jarí
  • Programa grande Carajás – PGC
  • Impacto e conseqüências dos grandes projetos

COMPETÊNCIAS DA 8ª/9º ANO
  • Identificar as diferentes formas de relações econômicas do Espaço Amazônico
  • Analisar criticamente os principais problemas da Amazônia como região exportadora de matéria-prima
  • Analisar criticamente a problemática decorrente do acelerado processo de devastação da Amazônia
  • Refletir criticamente a política adotada pelo governo federal e a relação de exploração e dominação da população e dos recursos naturais da Amazônia


HABILIDADES 8ª/9º ANO
  • Correlacionar os modos de produção do espaço amazônico: ontem e hoje;
  • Identificar e relacionar os locais de transformação (agregação de valores dos minerais);
  • Enumerar as principais áreas de intensa atividade pecuarista na região;
  • Refletir sobre o papel da Amazônia na divisão internacional do trabalho;
  • Conhecer o seringueiro como personagem de nossa indispensável no processo de construção de nossa região;
  • Identificar os principais personagens da estrutura fundiária de nossa região; ontem e hoje;
  • Analisar geograficamente o processo de ocupação, exploração da Amazônia e suas implicações sociais, ambientais, políticos e culturais;
  • Debater as diversas formas de exploração da fauna e da flora da região amazônica, levando em consideração o comercio ilegal da biodiversidade no mercado interno e externo;
  • Identificar os principais problemas ocasionados pelas ocupações desordenadas dos espaços urbanos.

EIXOS NORTEADORES DA 8ª/9º ANO
A procriação da natureza e o meio ambiente
  • Floresta: um destaque na paisagem amazônica
  • Clima, relevo e hidrografia

A exploração capitalista e o meio ambiente
  • Agropecuária
  • Mineração
  • Produção
  • Produção industrial
População amazônica: uma sociedade produzindo seu espaço
  • Origem e formação da população amazônica
  • Gente que chega e impõe sua cultura
  • Da opressão a resistência negra
  • Miscigenação
  • A sociedade amazônica e a questão do preconceito
  • Dinâmica populacional amazônica
  • Estrutura da população amazônica

Espaço agrário: expropriação e conflito
  • O espaço agrário de ontem
  • Estrutura agrária atual e seus personagens
  • Distribuindo terras para controlar o espaço
  • Os incentivos e a grandes empresas
  • Geografia dos conflitos agrários na Amazônia

Espaço urbano: a cidade e seus problemas
  • Cidades amazônicas
  • Crescimento urbano na Amazônia
  • O espaço urbano e as desigualdades sociais
  • Ocupações urbanas: problemas ou alternativas
  • Implantamento de cidades e favelas
  • Problemas urbanos


ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS
Esta proposta baseia-se em conhecimentos históricos que tornam significativos para os alunos, como saber escolar e social quando contribuem para que eles reflitam sobre as vivências e as produções humanas, materializadas no seu espaço de convívio direto e nas organizações das sociedades de tempos e espaços diferentes, reconhecendo-as como decorrentes de contradições e de regularidades históricas.
Nesse sentido, propõem-se, para o ensino de Estudos Amazônicos conteúdos e situações de aprendizagem que possibilitem aos alunos refletir criticamente sobre as convivências e as obras humanas.
Propõe-se assim, que os alunos conheçam e debatam as contradições, os conflitos, as mudanças, as permanências, as diferenças e as semelhanças existentes no interior das coletividades.
Essa abordagem insere-se numa perspectiva de questionamentos da realidade organizada desdobrando-se em conteúdos históricos que envolvem explicitações e interpretações das ações de diferentes sujeitos.
Portanto para tais ações são favorecidas assim as diferentes leituras de cunho prático e teórico bem como: espaço de vivência, as diferentes leituras de jornais e revistas, o debate sobre os problemas do bairro ou da cidade, as pesquisas de cunho social e econômico entre a população; identificação de diferentes propostas e compreensão das mesmas para uma solução dos problemas além das estratégias de intervenção sobre a realidade desse espaço e da realidade social.

AVALIAÇÃO
A avaliação será um processo continuo e indispensável que busca verificar a qualidade do aprendizado óbito pelo desempenho dos educados.
Porquanto, a avaliação será desempenhada numa concepção transformadora e libertadora, onde o educando construirá o seu próprio conhecimento e auto-estima de forma crítica, participativa, reflexiva e criativa através de uma corrente interacionista. Diante desse processo utilizaremos os seguintes critérios:
  • Autoavaliação;
  • Participação;
  • Trabalho em grupo e individual;
  • Debates:
  • Produção textual;
  • Trabalho de campo;
  • Pesquisas;
  • Seminário;
  • Simulado;
  • Avaliações bimestrais escritas.


REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS
Belém, Secretaria de Estado de Educação (serie Estante da Amazônia; Volume 2.
FSAM- Fundação Serra das Andorinhas ou Martírio. 2006.
LOUREIRO, Violeta RafKalefsky. 1998. Historia do Pará: Período da borracha aos dias atuais.
MONTEIRO, Alcidema et ali, 1987. O Espaço Amazônico: Sociedade e meio ambiente. Belém: UFPA/NPI.
SEMA - Secretaria Municipal de Meio Ambiente, 2008.
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